Doação de medula óssea: cadastro, informação e esperança para quem precisa
20/10/2026
Doação de medula óssea: cadastro, informação e esperança para quem precisa

Para muitos pacientes com doenças graves do sangue, o transplante de medula óssea pode fazer parte do tratamento. Quando não há um doador compatível na família, a busca passa pelos registros de doadores voluntários. No Brasil, esse cadastro é organizado pelo REDOME, o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

 

Quem pode se cadastrar?

De acordo com o REDOME, podem se cadastrar como doadores voluntários pessoas entre 18 e 35 anos, em bom estado de saúde, que atendam aos critérios estabelecidos.

O cadastro permanece ativo até os 60 anos. Isso significa que uma pessoa cadastrada pode ser chamada no futuro, caso seja identificada compatibilidade com algum paciente.

 

Como funciona o processo?

- O primeiro passo é procurar um hemocentro ou realizar as etapas iniciais indicadas pelos canais oficiais do REDOME https://redome.inca.gov.br/. 

- No cadastro, é coletada uma amostra de sangue, usada para identificar as características genéticas do possível doador. 

- Essas informações ficam registradas e podem ser cruzadas com os dados de pacientes que aguardam por um doador compatível. 

- Se houver compatibilidade, o voluntário é chamado para novas avaliações. Só depois dessas etapas é que a doação poderá ser realizada.

 

Mesmo quem não pode doar pode ajudar

A faixa etária para o cadastro inicial é limitada. Por isso, muitas pessoas não conseguem se cadastrar como doadoras. Ainda assim, podem contribuir compartilhando informação correta.

Falar sobre o tema com filhos, netos, sobrinhos, amigos e pessoas próximas ajuda a ampliar o conhecimento sobre a doação de medula óssea e pode incentivar quem está apto a se cadastrar.

A Cemig Saúde reforça: informação também é uma forma de cuidado. E, nesse caso, pode ajudar a aproximar quem precisa de tratamento de uma possibilidade real de esperança.